10 melhores imagens de tricoteiros

De Audrey Hepburn, à Família Adams… Assim fica difícil resistir a tricot!

1. Mulheres na 2ª Guerra Mundial / 2. Audrey Hepburn / 3. Homens chineses / 4. 1916 Woman’s National Service School / 5. Trico na Grécia / 6. Doris Day / 7. Knitting man / 8. Família Adams / 9. Kiss / 10. Storm Troopers

Roubei grande parte das fotos do Facebook da Vogue Knitting e da Soraya!

Causando com Rémi Gaillard

Pense em um artista que gosta de causar, chamar a atenção, incomodar outras pessoas e sempre acabar envolvido com a polícia.

Pense em Rémi Gaillard.

Creio que as ações do artista reproduzindo o Mário Kart e o PacMan são as mais conhecidas, mas posto aqui um vídeo com “As 10 melhores“, que eu também considerei as mais engraçadas pelo menos.

Sempre me mato de rir com ele… Vulgo sem noção.

Vegetable Orchestra

Já pensou em transformar vegetais em instrumentos? Não? Então dá uma olhada na Vegetable Orchestra!

Um grupo de artistas de Viena criou o movimento em 1998, e desde então passaram a fazer apresentações pelo mundo todo!

Misturam e exploram ritmos aliados a criação e  reprodução de inúmeros instrumentos musicais com vegetais e similares.

Seu último álbum se chama “The Onion Noise”.

O mundo das cores das Bolhas de Sabão de Fabian Oefner – “Iridient”

Bolhas de sabão: mágicas, fluidas, inconstantes, nostálgicas, brilhantes, molhadas, entre milhares de coisas boas… O fotógrafo Fabian Oefner ressaltou tudo isso em imagens!

Não há como descrever esse trabalho incrível, só vendo pra crer mesmo.

aqui um pouco sobre o processo do Making Of.

P.S.: Créditos ao André que me mandou o site do Oefner! 

Artistas Contemporâneos Brasileiros – Parte 1 – Rosana Ricalde

Agora que estou me preparando para passar um ano no Canadá, estou pensando o que posso levar de bom do Brasil pra lá.

Como uma das minhas grandes paixões é a Arte, nada mais justo que levar um pedaço do Brasil relacionado a isso. Até me surpreendo por postar somente sobre artistas e designers internacionais, tendo em vista que há MUITA coisa boa perto de nós…

Por isso vou começar a postar sobre artistas contemporâneos brasileiros, com o intuito de ressaltar o valor da arte brasileira e até como uma forma de levar essas informações comigo (e lembrar tudo aquilo que anotei das diversas Bienais e exposições que fui).

Nada mais justo do que começar com uma das premiadas pelo Prêmio Marcantonio Vilaça do ano passado (na verdade é 2009/10 mas vi a exposição no ano passado): Rosana Ricalde.

Primeiro de tudo: O que é esse prêmio? Segundo o próprio catálogo da exposição 2009/10 (resumidamente):

É uma inciativa do CNI (Confederação Nacional da Industria) e do SESI (Serviço da Industria Social), que integra uma série de iniciativas com o intuito de ampliar as oportunidades de acesso à cultura. A cada edição o prêmio contempla 5 artistas com bolsas de trabalho, acompanhado por um curador ou crítico. No fim da etapa as obras selecionadas são reunidas em uma exposição itinerante em diversas capitais brasileiras. De acordo com o CNI, investir na cultura e arte brasileira é uma das formas de contribuir para o desenvolvimento social no país.

Segundo de tudo: Quem é a Rosana Ricalde?

(Essa parte formal vem do site do Itaú Cultural) É artista visual formada em gravura pela Escola de Belas Artes da UFRJ, EBA, Rio de Janeiro.  Descobre e renova uma memória não linear da escrita e da fala ao combinar suportes obsoletos (carimbos, tipos de máquina de datilografar, etiquetas) com ditados esquecidos do latim ou transmitidos pela tradição oral; com verbos da língua portuguesa agrupados por expressarem uma ação comum; ou com poemas da literatura brasileira de autores de séculos passados.

Assim se vê que ela agrega ao seu trabalho muito sobre literatura e principalmente a palavra. Rosana diz que partiu do verbo como um “potencializador” e a partir dai surgiram outras questões relacionadas ao corpo da palavra. Explorou sua intimidade com a palavra e experimentou-a em diversas maneiras, as quais podemos ver em sua obra.

Outra característica que se destaca é a meticulosidade e detalhamento dos trabalhos, tendo pequenos recortes, escritas minuciosas entre outros detalhes que vemos nas imagens. Vinda da gravura, nota-se que da técnica Rosana retirou a paciência, persistência e árduo trabalho para confeccionar cada obra. Os exemplos mais explícitos são as obras que fez para o Prêmio, onde retira os mares, ou continentes de atlas; recorta frase por frase de livros e os compõe junto aos mapas e globo terrestre; realiza enormes desenhos de ondas a partir da escrita do nome dos mares ao redor do mundo; entre outros…

Quando fui à exposição sua obra me fascinou justamente por estes detalhes e pela determinação de confeccionar tudo aquilo manualmente. Eu tentava acompanhar as frases nos mapas e labirintos… Me lembro de ter lido uma parte de “Mil e uma noites” e se não me engano “Vinte mil léguas submarinas” ou “Viagem ao centro da terra“.

A obra que mais me identifiquei foi Marés, já que admiro a tipografia e havia realizado desenhos com a escrita também. Me impressionei com o tamanho do desenho comparado ao tamanho de sua caligrafia (na foto dá pra ter uma pequena noção).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Bom, assim espero que gostem dessa proposta de escrever um pouco sobre a arte atual brasileira, e por favor mandem sugestões!

Disco Melting – Rotganzen

Quem pensaria em globos de espelho derretendo? Alguma pessoa terrivelmente afetada pelo ácido lisérgico dos anos 70?

Não! Apenas o coletivo de artistas holandeses Rotganzen (formado por Robin Stam, Mark van Wijk e Joeri Horstink). Rot vem de Rotterdam (uma das maiores cidades do país).

Mais uma vez me apaixonei por uma imagem em um Pinterest que sigo e me deparo com esse trabalho e com o blog do The Jealous Curator, que fala sobre o coletivo e é referencia de vários pins.

Pelo que pude ver, o Rotganzen faz esculturas em diferentes materiais com uma abordagem lúdica com um “fundo” irônico… bem do jeito que eu gosto (risos).  Pirulitos, balões, espelhos, dinamite e soldadinhos modelando uma crítica, quem sabe?

Outros trabalhos no Flickr e no Facebook deles.